Shalom aleichem malachei ha-shareis malachei elyon,
mi-melech malchei ha-melachim Ha-Kadosh Baruch Hu.
Bo'achem le-shalom malachei ha-shalom malachei elyon,
mi-melech malchei ha-melachim Ha-Kadosh Baruch Hu.
Barchuni le-shalom malachei ha-shalom malachei elyon,
mi-melech malchei ha-melachim Ha-Kadosh Baruch Hu.
Tzeis'chem le-shalom malachei ha-shalom malachei elyon,
mi-melech malchei ha-melachim Ha-Kadosh Baruch Hu.
http://www.youtube.com/watch?v=9mvy2TCx3QQ
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Procuro nos cantos os momentos de insegurança para neles me agarrar e me sentir segura, uma vez que insegura. Louco mudar essa dinâmica de pensamentos empoeirados e grudentos, que cismam em ter luz própria e ofuscar a realidade. Me sinto numa guerra interminável, lutando sem entender o real motivo da batalha. Não conheço a face do inimigo, apesar de sermos velhos companheiros. Ataco a todos então e abro meu peito no front desafiando a tudo e a todos que estejam procurando um alvo para disparar seu ódio. Suicido e ressucito, mas cansei de me fingir de morta. Para renascer, é preciso morrer de verdade. Me sinto como um vampiro, não vive, mas nunca morre, que para viver preciso ser um parasita de mim mesma, me colocando em um ciclo onde me acabo lenta e progressivamente, como se merecesse a tortura que a insegurança de não saber o que se é me trás. Estou cansada, preciso voltar pro meu canto escuro, onde repousam os meus fantasmas que me dão segurança e infelicidade.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Medida
Medida da culpa daquilo que lhe cabe no que lhe é atribuído. Difícil de acompanhar meu raciocínio?? Mais difícil ainda de desenrolar esse novelo.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Perdida no olho do furacão eu sigo sem saber onde vou estar quando a tempestade passar.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Hora de colocar a cabeça no lugar, buscar a luz, aniquilar a contra-inteligência e (pelo amor de deus) voltar a malhar. Chega de multirão de estresse. Quero aprender a ter o filtro da leveza, mesmo que a brisa vire furacão.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Tempo, tempo, tempo.
Queremos que ele passe, que não acabe, que volte, que chegue, que desapareça
Acontece que sua soberania é absoluta
Passa do jeito que tem que passar e somos nós que temos que esperar
Me resta apenas escolher o tempo onírico de meus pensamentos
Neles, vivo paulicéias desvairadas e boleros intensos sempre que o coração pede
E ele pede sempre
Queremos que ele passe, que não acabe, que volte, que chegue, que desapareça
Acontece que sua soberania é absoluta
Passa do jeito que tem que passar e somos nós que temos que esperar
Me resta apenas escolher o tempo onírico de meus pensamentos
Neles, vivo paulicéias desvairadas e boleros intensos sempre que o coração pede
E ele pede sempre
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Chodesh Tov
Aquário chegou, ventilando os miolos
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
O que Rennè Magritte, um contorcionista russo e uma lona têm em comum???
O que fazer quando a melancolia me toma de assalto, trazendo a insegurança e o medo que estavam enterrados? A angústia me consome as energias e atrapalha meu sono. Sonhos se tornam pesadelos, e só o que posso fazer é acordar suada e assustada, com medo daquela realidade nada onírica. Seria tudo isso apenas consequência da exaustão, ou os ventos estão mudando de direção? Ser feliz me dá medo de deixar de sê-lo.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Falando de mudanças

Quem me conhece me classifica como feminista. Talvez porque achem que feminista é qualquer mulher independente capaz de se virar sozinha. Isso não é ser feminista, é ser produto do feminismo. Primeiro, inventaram que para ser mulher, era preciso ser homem. Trabalhar igual aos homens, nas mesmas funções, ajudar a sustentar as famílias. Para isso, soutiens foram queimados em praça pública, calças e camisas substituíram as saias e os espartilhos, a relação aberta substituiu o casamento, a liberdade sexual arrebatou o pudor secular, e dessa forma, conquistaríamos um lugar ao sol no mercado de trabalho e porque não na vida social, com direitos iguais aos homens. Só que ninguém percebeu que isto tudo não passaria de utopia, não se sustentaria.
Em algum momento isso deixou de ser suficiente, então inventaram que para ser mulher era preciso ser melhor que ser homem. Era preciso trabalhar com a mesma carga horária, e matar um leão por dia para mostrar para a sociedade que estávamos em pé de igualdade com o sexo oposto. E isso não é tudo, era imperativo continuar cuidando dos filhos como é necessário para uma boa educação, cuidar da casa, que precisa ser organizada, abastecida, limpa e funcional para uma família feliz, e porque não, cuidar do marido, que precisa que uma esposa atenda à suas necessidades. A famosa tripla jornada.
Mas a tripla jornada também se mostrou insuficiente. Como assim, uma mulher cuida de tudo e não cuida de si mesma? É preciso estar magra, malhada, com cabelos sedosos e bem cortados, a pele de bebê, as unhas bem cuidadas, e nunca, nunca permitir que o esmalte descasque. Há de se estar sempre linda, desde a hora que acordar, como as atrizes da novela. Separar apenas 20 minutos do dia para alongamentos, mastigar 32 vezes antes de engolir, escovar 100 vezes os cabelos ao deitar, usar todos os dias filtro solar, correr todos os dias, fazer meia hora de localizada, comer todos os dias um tomate, cinco porções de frutas, 100 g de quinoa (só serve a real), dois litros de água, estar de salto, bem vestida e devidamente maquiada e penteada as 8h da manhã às 10h da noite. E a tripla jornada vira quádrupla. Cuidar do trabalho, dos filhos, do marido, da casa e da beleza e ainda eventualmente levar o carro na oficina. O risco de não dar conta de tantas laranjas no ar, é de perder tudo. Mas não se preocupe, as revistas femini(st)nas têm a fórmula para todos os seus problemas. Afinal de contas, você é muito poderosa, como todo ser humano portador de 2 cromossomas X.
E aí, quando uma mulher percebe que na prática é quase impossível dar conta dessa vida de comercial de margarina, se sente frustrada e incapaz de corresponder com as expectativas que a sociedade exige, como se falhasse na sua capacidade de ser mulher.
E os homens, ficam perdidos, sem saber qual posição ocupar ao lado da toda poderosa mulher moderna, que é capaz de dar conta de tudo sozinha, sem a sua ajuda. E aí, cria-se um paradigma difícil de resolver. Eles não sabem o que fazer, e elas não sabem mais o que eles devem fazer. Pode parecer um pensamento muito linear para um assunto tão complexo, mas para mim é muito simples. Deslocados de seus papéis milenares, não sentem necessidade de se portar como homens, melhor continuar moleques, pois assim não têm que ter as responsabilidades que já não sabem mais quais são. Socialmente, o feminismo reduziu-os à consortes das donas do mundo. Isso fere seus instintos e reduz o cromossoma Y à uma insignificância evolutiva que desafia a teoria da evolução.
Assim, não me considero feminista, mas feminina. Acho louvável termos a liberdade de vivermos nossas vidas, igual aos homens, mas é condenável essa febre feminista de supremacia artificial que estraga as relações e nos torna mais frágeis e vulneráveis do que antes da caça aos espartilhos. Homens e mulheres se completam, não competem. Nunca serei feminista. Tenho respeito aos homens e amor aos meus soutiens.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Balanço Geral
Vivemos dias propícios para a reflexão. Diminuímos geralmente o rítmo (apesar de não ser esse o meu caso) e nos pegamos avaliando tudo aquilo que fizemos, ou deixamos de fazer, e traçando planos futuros. Mas temos que ter cuidado, para plantar novas sementes, é preciso primeiro avaliar como anda nosso solo, nossa raízes, o desenvolvimento daquilo que plantamos anteriormente, assim, os novos projetos poderão crescer com as condições que precisam.
Comecei 2009 triste, me recuperando de um duro golpe, repensando meus erros, e absolutamente descrente com a possibilidade de um encontro que valesse a pena. Mas foi justamente esse obstáculo que serviu de pedra fundamental na desconstrução dos meus erros e da reconstrução de um novo olhar, e demanda, sobre o outro. Esse ano, mudei de paradigma e temino feliz como nunca antes havia sido.
Dei passos importantes, escrevi um livro, comecei o mestrado, estudei muito, produzi muito. Foram muitos os degraus galgados em direção à meus objetivos profissionais, mesmo tendo dúvidas se estes ainda se mantém sendo o que pretendo. Ainda assim, seguro o leme e toco o barco, porque à deriva não dá pra ficar.
O que irá ocorrer em 2010, je ne sais pas, não tenho bola de crital (e seria muito chato se tivesse). Que venham os frutos de meu esforço, as iluminações para minhas dúvidas, e minha felicidade pela ponte aérea. Lechain!
Feliz ano Novo!
Comecei 2009 triste, me recuperando de um duro golpe, repensando meus erros, e absolutamente descrente com a possibilidade de um encontro que valesse a pena. Mas foi justamente esse obstáculo que serviu de pedra fundamental na desconstrução dos meus erros e da reconstrução de um novo olhar, e demanda, sobre o outro. Esse ano, mudei de paradigma e temino feliz como nunca antes havia sido.
Dei passos importantes, escrevi um livro, comecei o mestrado, estudei muito, produzi muito. Foram muitos os degraus galgados em direção à meus objetivos profissionais, mesmo tendo dúvidas se estes ainda se mantém sendo o que pretendo. Ainda assim, seguro o leme e toco o barco, porque à deriva não dá pra ficar.
O que irá ocorrer em 2010, je ne sais pas, não tenho bola de crital (e seria muito chato se tivesse). Que venham os frutos de meu esforço, as iluminações para minhas dúvidas, e minha felicidade pela ponte aérea. Lechain!
Feliz ano Novo!
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Definindo o Surrealismo
"Automatismo psíquico pelo qual alguém se propõe a exprimir, seja verbalmente, seja por escrito, seja de qualquer outra maneira, o funcionamento real do pensamento".
André Breton
André Breton
Renè MagritteA certeza da tranquilidade da reciprocidade do sentimento inominável;
A clareza da simplicidade suprema da companhia sublime;
A vontade de presença tátil do desejo inebriante;
O sorriso do carinho imenso à espera de mais um instante.
Grão de Luzquarta-feira, 2 de dezembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Dizem por aí que quando somos testados 3 vezes, vencemos o obstáculo. Bom, vini, vidi, vici!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Berlim 1989

Eu tinha apenas 9 anos. Me lembro de ver meus pais emocionados na frente da TV, assitindo à queda daquele muro. Eu na minha inocência infantil não conseguia entender porque uma cidade na Alemanha era dividida no meio pelos Russos e pelos Americanos. Me lembro de acompanhar aqueles cenas, porque meu pai dizia que eu estava presenciando a História.
Até hoje não entendo. Quanto ao muro, continua vivo, só que mudou de país. Está agora em Israel...
Até hoje não entendo. Quanto ao muro, continua vivo, só que mudou de país. Está agora em Israel...
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